[h6]25/07/2012 – 16h30 – Target Américas[/h6]

Caminhoneiros de todo o país realizam nesta quarta-feira (25) uma paralisação nacional. No Centro-Oeste de Minas Gerais, muitos  formaram na BR-354, entre Arcos e Formiga,  um congestionamento que chegou a 1,5 Km. Os motoristas estão parados dos dois lados da rodovia.

Entre as reivindicações estão melhorias no valor do frete e cumprimento do horário de descanso entre as jornadas.

Os motoristas podem ficar até quinta-feira (26) paralisados. Eles esperam uma resposta da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Além de Arcos e Formiga, os caminhoneiros fazem manifestação em Perdigão, também no Centro-Oeste.

Movimento

O movimento intitulado “União Brasil Caminhoneiro”(Mubc) preparou para esta quarta-feira (25) esta greve geral da categoria. A proposta é paralisar 600 mil caminhões que circulam no país.

Neste dia 25 é comemorado o Dia do Motorista e, por este motivo, foi a data escolhida. O movimento discute restrições no trânsito nas cidades, falta de pontos de parada para descanso nas rodovias, aumento do preço dos combustíveis, alta carga tributária e aumento do roubo de cargas e caminhões.

 

Fonte: G1

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19/07/2012 – 15h00 – Target Américas

Previsto para 15 de agosto, prazo para o início da instalação obrigatória do sistema de monitoramento e antifurto foi adiado para janeiro de 2013

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) voltou a adiar a entrada em operação do Sistema Integrado de Monitoramento e Registro Automático de Veículos (SIMRAV), que determinava a instalação obrigatória do sistema de rastreamento e bloqueio em 20% dos automóveis e caminhões novos produzidos no país a partir de 15 de agosto. O prazo foi prorrogado para janeiro de 2013.

A Deliberação nº 128/2012, publicada no Diário Oficial da União dia 16 de julho estabelece um novo cronograma para que o sistema, conhecido como kit antifurto, seja implantado gradualmente nos veículos nacionais – automóveis, camionetas, caminhonetes, utilitários, caminhões, micro-ônibus, tratores, reboques, ciclomotores, motonetas, triciclos, quadriciclos e motocicletas. A partir de meados de 2014 todos os veículos só poderão ser licenciados com a instalação obrigatória de fábrica.

Para os automóveis e caminhões já fabricados a instalação será optativa. Ou seja, nenhum motorista será obrigado a ter o sistema, mas se tiver interesse deverá contratar uma empresa privada.

Os fabricantes ou importadoras automobilísticas deverão homologar seus modelos no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Polêmica

As montadoras continuam relutantes em instalar o sistema antifurto obrigatório, alegando que ele elevaria o custo do veículo em cerca de R$ 600. A medida é polêmica e se arrasta desde 2007. Já foi questionada judicialmente pelo Ministério Público Federal, porque existe a possibilidade de os equipamentos de antifurto e rastreamento dos veículos serem monitorados, independentemente da autorização do proprietário. Os órgãos de defesa do consumidor, como a Proteste, alegam que o sistema antifurto obrigatório encarecerá os carros novos, sem dar liberdade ao consumidor de optar pelo sistema antifurto.

Segundo os fornecedores, o sistema foi sendo aperfeiçoado ao longo do tempo. Segundo ele, mesmo embarcado no automóvel (veículos leves, caminhões e motocicletas), o dispositivo antifurto somente será ativado na função rastreamento com a autorização do dono do veículo. E todas as informações do usuário serão protegidas por chaves de acesso.

O chip implantado no veículo (SIM 245) pertencerá ao Denatran, e poderá ser habilitado em qualquer operadora. Esse processo não envolverá o usuário. Ele nem mesmo saberá qual operadora estará no processo. A sua interface será sempre a seguradora. O procedimento de ativação do chip de rastreamento será feito de forma remota, sem acesso físico ao dispositivo, o que agiliza o serviço. “O equipamento antifruto só poderá ser configurado para comunicação sem fio pelo Denatran”, esclarece o órgão.

 

Fonte: IDGNOW!

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16/07/2012 – 12h00 – Target Américas

A Greve

Um movimento nacional dos caminhoneiros marcou para o dia 25 deste mês uma greve geral da categoria. Sindicalistas dizem que o objetivo é parar o máximo dos 600 mil caminhões que circulam pelo País, segundo estimativas próprias. Eles reivindicam queda nos pedágios e uma reavaliação por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres dos registros das empresas transportadoras que estão sendo montadas através de motoristas autônomos com base em um novo sistema definido pelo governo federal. O movimento alega que essas companhias estariam prejudicando o mercado.

 

Segundo o Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC), o valor do frete na maioria dos casos não cobre nem os custos de manutenção dos veículos. Para a entidade, esse baixo valor é referente à alteração na legislação, feita pela ANTT, que ocasionou diminuição nos valores a serem estabelecidos pelos contratantes. Diante disso, para não perder a viagem, o caminhoneiro estaria sendo obrigado a aceitar os baixos valores oferecidos.

Alessandra Macedo, coordenadora nacional do movimento – que tem sede no Rio de Janeiro -, diz que a divulgação da greve está sendo feita por meio da internet, de panfletos e por meio de sindicatos e associações espalhadas por municípios do país todo. Ela contou que o 25 de julho foi escolhido por se tratar do Dia de São Cristóvão, o padroeiro dos motoristas. De acordo com ela, ainda não há uma estimativa sobre a adesão da categoria, mas o objetivo é parar o máximo de caminhões possível.

A greve também quer chamar a atenção para a nova lei que regulamenta a profissão de motorista. Outro ponto reclamado pelos caminhoneiros é o chamado “cartão frete”, que estabelece que cooperados ou agregados de cooperativas somente poderão prestar serviços exclusivos para as entidades a que estiverem vinculados. Sindicalistas argumentam que isso impossibilita a venda de fretes e compromete as atividades dos profissionais autônomos da área.

Os representantes das empresas dizem que não foram comunicados oficialmente sobre a paralisação. No Estado de São Paulo, o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga informou que soube dessa greve pela imprensa. Segundo Leonardo Andrade, assessor de comunicação da entidade, os problemas citados pelos motoristas são mais comuns em Estados com Mato Grosso e Pará. Mas, indagado se as empresas paulistas também deverão ser prejudicadas, confirmou que provavelmente sim.

 

Informações Adicionais

Ainda é preciso se ajustar às novas regras do transporte rodoviário de carga, entendendo que as leis foram feitas em benefício dos caminhoneiros e não contra eles. A nova jornada de trabalho do condutor era uma modificação necessária, visto o alto índice de acidentes causados por fadiga ao volante. Foi uma iniciativa do próprio Ministério Público, depois de entrevistar centenas de caminhoneiros.

O cartão referido, nada mais é que um benefício ao caminhoneiro, fazendo com que suas despesas sejam depositadas em conta segura e acessadas através de um cartão.

Fonte: Estadão

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