A Ritmo Logística é a primeira empresa a emitir uma viagem com o Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot) por meio da Repom.

A resolução nº 3.658/2011 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que regulamenta a remuneração dos caminhoneiros autônomos, proibindo a carta-frete, solicita que os contratantes de frete cadastrem suas operações de transporte por meio de uma administradora de meios de pagamento eletrônico de frete, como a Repom, sendo essa responsável pela geração do Código.

O Ciot consiste em um código numérico que, após gerado e informado por uma empresa homologada pela ANTT, deverá constar no contrato de frete ou no Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC).

A Ritmo Logística (capital formado 65% pela ALL e 35% pela Ouro Verde) chega para atender um mercado com grandes oportunidades de crescimento no segmento intermodal, principalmente no agronegócio, e em operações dedicadas e de produtos de alto valor agregado.

Sobre a Repom

Fundada em 1993, a Repom inovou o conceito de administração do pagamento de frete, oferecendo soluções inteligentes e integradas à gestão de todos os processos ligados a este, agregando valor à cadeia logística como um todo.

A empresa possui como pilares soluções avançadas de gestão, meios de pagamento e serviços orientados às necessidades do segmento de transportes. Sua atuação abrange todo território brasileiro e países do Mercosul.

Fonte: Portal Nacional de Seguros/Paula Ferezin
IntelogRitmo Logística

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Pesquisa revela os trechos mais perigosos de rodovias brasileiras

Estudo ficou concentrado nos 533 trechos de estradas com mais acidentes.
O pior deles está na grande Recife.

Pesquisa revela os trechos mais perigosos de rodovias brasileiras - link vídeo externoUma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) mostra os dez trechos de rodovias mais perigosos do Brasil. O pior deles está na grande Recife.

Os pesquisadores usaram informações da Polícia Rodoviária Federal e das concessionárias e concentraram o estudo nos 533 trechos de estradas com mais acidentes.

Em 2009, último ano com informações disponíveis, o trecho mais perigoso fica entre os quilômetros 51 e 100 da BR-101, em Pernambuco.

Um pedaço da estrada atravessa cinco municípios da região metropolitana do Recife, inclusive a capital. Passa por zonas industriais e comerciais de movimento constante de pedestres e veículos. Existem favelas à margem da pista. Algumas áreas até receberam uma camada de asfalto recentemente, mas a estrada está longe de oferecer segurança e tranquilidade aos motoristas.

“Mesmo já presenciei acidente, mortes. Inclusive meu pai mesmo está no hospital. Um carro atropelou ele”, conta o funcionário público, Paulo Juarez.

Em muitos trechos da BR-101, os acostamentos são estreitos e estão cheios de buracos. Mas um dos pontos mais perigosos da rodovia é parte da pista que cedeu com a chuva. Agora, apenas alguns pedaços de madeira e o que restou de uma tela de plástico separam os motoristas do risco de um grave acidente.

A Polícia Rodoviária Federal aponta outros motivos para um índice tão alto de acidentes. “O abuso de velocidade faz com que os carros quando colidem provoquem danos mais severos aos ocupantes. A distração e a bebida alcoólica também”, diz o assessor de comunicação da Polícia Rodoviária Federal-PE, Éder Rommel.

O segundo trecho com mais acidentes fatais, por veículo, está na BR- 476, no Paraná, em seguida, vêm: BR-116, no Rio Grande o Sul, BR-101, em Santa Catarina, SP-280, que é a rodovia Castelo Branco, em São Paulo.

Todos os dez trechos apontados como campeões de acidentes com vítimas estão em áreas urbanas como na via Dutra, que fica em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. Segundo a pesquisa, independentemente das condições da pista, quanto mais movimento de veículos, maior é o perigo.

O estudo mostrou também que a quantidade de acidentes diminui quando a estrada é ruim, mas a gravidade deles aumenta.

Pesquisa mostra que falha humana é a principal causa dos acidentes - link vídeo externo - link vídeo externo nas rodoviasEm 2009, a média anual de acidentes, sem vítimas, foi de 17 nos trechos com melhores condições, e de 15, nos piores. O número de acidentes com feridos, quase não variou. Mas a média de acidentes com mortes subiu onde as condições da estrada não são boas.

“Nós precisamos investir para ter estradas melhores. Mas o nosso estudo aponta que se nós não tivermos um comportamento, se o motorista brasileiro não tiver um comportamento adequado, nós ainda vamos continuar tendo mais acidentes. Justamente por causa desse excesso de confiança, comportamento errado, é, talvez o uso do álcool. Enfim, outras situações que não combinam muito nem com estradas boas e nem com estradas ruins”, explica o coordenador do núcleo de logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende.

Fonte: Jornal da Globo – Edição do dia 23/11/2011 – 23h56 – Atualizado em 24/11/2011 01h34
Vídeo Jornal Hoje – Vídeo Relacionado.

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Se for confirmado, vazamento poderá ter ‘proporções gigantescas’, diz agência
Vazamento de óleo da Chevron na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro (Rogerio Santana/Reuters)

A hipótese de o vazamento do poço da Chevron no Campo de Frade ter sido provocado pela ruptura parcial do reservatório de petróleo vem sendo analisada de maneira sigilosa pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ainda não há comprovação de que esse rompimento tenha ocorrido. Se for confirmado, porém, o vazamento poderá ter “proporções gigantescas”, avalia a cúpula da agência.

A reserva quanto à divulgação da possibilidade se baseia na constatação de que, se o reservatório natural rompeu, não haverá meios de conter o vazamento com rapidez. A tentativa de contenção exigiria complexos trabalhos de engenharia, com equipamentos sofisticados operando a grandes profundidades. Nesse caso, o óleo tenderia a vazar na bacia petrolífera de Campos, onde fica o Campo de Frade, por tempo indeterminado, ainda que em pequenas quantidades.

A questão que mais tem afligido os técnicos é a suspeita de que a lama injetada no poço também pode ter causado rompimentos na estrutura do reservatório.

O que se conhece até agora, divulgado pela companhia americana Chevron, responsável pela exploração de Frade, é que o óleo vaza por uma brecha na parede do poço. Segundo a companhia, a parede se rompeu por causa da pressão exercida pela lama injetada no poço, procedimento habitual na exploração de petróleo. O petróleo alcançou a superfície após, a partir do buraco, percorrer o subsolo marinho até encontrar fraturas geológicas que propiciaram o contato com o oceano.

A questão que mais tem afligido os técnicos e diretores da agência é a suspeita de que a lama injetada no poço também pode ter causado rompimentos na estrutura do reservatório de petróleo, cujas paredes têm tamanhos, formatos e espessuras diferentes. Há trechos porosos, de material menos consistente, mais suscetíveis a rupturas nos abalos de terreno. Dentro do reservatório – uma espécie de grande cisterna formada no decorrer de milhões de anos – fica o petróleo, extraído por poços artificiais perfurados pelas empresas exploradoras.

Fonte: Veja – (Com Agência Estado)

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NELSON BORTOLIN

Transportadores de MT vão à Justiça defender carta-freteAlguns empresários de Mato Grosso procuraram a assessoria jurídica do Sindicato das Transportadoras do Estado, o Sindmat, com o objetivo de ajuizar ações contra a resolução 3.658, da ANTT, que extingue a carta-frete e estabelece novas formas de pagamento dos autônomos. “Estamos preparando um mandado de segurança coletivo que devemos protocolar até o início da própria semana”, explica a advogada Samantha Gahyva.

Ela pretende apresentar a resolução como inconstitucional. “Somente uma lei aprovada no Congresso poderia extinguir a carta-frete. Quem tem poder de extinguir direito é o Poder Legislativo”, justifica.

A advogada também pretende questionar o argumento do governo de que o mercado sofre de informalidade. “Todo transporte tem de ter conhecimento e, com o conhecimento eletrônico, não há como ter fraudes. Pelo menos aqui no Mato Grosso uma transportadora não tem como soltar uma carga sem isso”, defende.

Ela afirma que seus clientes estão promovendo um abaixo-assinado nas estradas junto aos autônomos contra o fim da carta-frete. Segundo Samantha, não é verdade que a categoria é refém dos postos de combustível. “Dizem que tem postos que cobram 30% de deságio do caminhoneiro na troca da carta-frete. Isso não é a realidade do setor”, garante.

Mas admite que os postos não têm como fazer a troca da carta-frete sem ter alguma vantagem. “Eles não vão pagar R$ 25 mil numa carta-frete sem ter uma contrapartida, seja no abastecimento ou na compra de alguns produtos. Cabe à ANTT ou até ao Banco Central limitar abusos”, acredita. “Vamos mostrar que o autônomo não é refém de posto e que essa resolução foi um tiro no pé”, ressalta. De acordo com ela,  se a carta-frete não voltar a ser autorizada, as transportadoras podem deixar de contratar autônomos, entregando cargas somente a pessoas jurídicas.

O diretor-executivo do Sindmat, Gilvando Alves de Lima, afirma que a decisão de ir à Justiça contra o fim da carta-frete não é da diretoria do sindicato.  “Muita gente está preocupada com os custos das administradoras de cartões. E essa é uma preocupação legítima. Mas o sindicato ainda não tomou uma posição quanto a essa questão”, afirma.

Para ele, a alegação de que as empresas não vão mais contratar autônomos é um “exagero”. “Não dá para mudar a condição desses motoristas para pessoa jurídica da noite para o dia. Dizer que só vão contratar pessoas jurídicas não tem cabimento porque assim vai faltar caminhões para a safra”, ressalta.

Fonte: Portal Carga Pesada

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