19/07/2012 – 15h00 – Target Américas

Previsto para 15 de agosto, prazo para o início da instalação obrigatória do sistema de monitoramento e antifurto foi adiado para janeiro de 2013

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) voltou a adiar a entrada em operação do Sistema Integrado de Monitoramento e Registro Automático de Veículos (SIMRAV), que determinava a instalação obrigatória do sistema de rastreamento e bloqueio em 20% dos automóveis e caminhões novos produzidos no país a partir de 15 de agosto. O prazo foi prorrogado para janeiro de 2013.

A Deliberação nº 128/2012, publicada no Diário Oficial da União dia 16 de julho estabelece um novo cronograma para que o sistema, conhecido como kit antifurto, seja implantado gradualmente nos veículos nacionais – automóveis, camionetas, caminhonetes, utilitários, caminhões, micro-ônibus, tratores, reboques, ciclomotores, motonetas, triciclos, quadriciclos e motocicletas. A partir de meados de 2014 todos os veículos só poderão ser licenciados com a instalação obrigatória de fábrica.

Para os automóveis e caminhões já fabricados a instalação será optativa. Ou seja, nenhum motorista será obrigado a ter o sistema, mas se tiver interesse deverá contratar uma empresa privada.

Os fabricantes ou importadoras automobilísticas deverão homologar seus modelos no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Polêmica

As montadoras continuam relutantes em instalar o sistema antifurto obrigatório, alegando que ele elevaria o custo do veículo em cerca de R$ 600. A medida é polêmica e se arrasta desde 2007. Já foi questionada judicialmente pelo Ministério Público Federal, porque existe a possibilidade de os equipamentos de antifurto e rastreamento dos veículos serem monitorados, independentemente da autorização do proprietário. Os órgãos de defesa do consumidor, como a Proteste, alegam que o sistema antifurto obrigatório encarecerá os carros novos, sem dar liberdade ao consumidor de optar pelo sistema antifurto.

Segundo os fornecedores, o sistema foi sendo aperfeiçoado ao longo do tempo. Segundo ele, mesmo embarcado no automóvel (veículos leves, caminhões e motocicletas), o dispositivo antifurto somente será ativado na função rastreamento com a autorização do dono do veículo. E todas as informações do usuário serão protegidas por chaves de acesso.

O chip implantado no veículo (SIM 245) pertencerá ao Denatran, e poderá ser habilitado em qualquer operadora. Esse processo não envolverá o usuário. Ele nem mesmo saberá qual operadora estará no processo. A sua interface será sempre a seguradora. O procedimento de ativação do chip de rastreamento será feito de forma remota, sem acesso físico ao dispositivo, o que agiliza o serviço. “O equipamento antifruto só poderá ser configurado para comunicação sem fio pelo Denatran”, esclarece o órgão.

 

Fonte: IDGNOW!

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04/04/2012 – 15h30 – Target Américas

A corporação Russian Navigation Technologies (RNT), especializada na venda de sistemas de rastreamento e monitoramento de veículos via satélite, abriu recentemente uma sucursal no Brasil, onde já opera uma outra companhia russa, a NIS GLONASS.

Satélite Russo Glonass

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O objetivo da empresa é fornecer ao mercado brasileiro terminais equipados com os sistemas de localização por satélite russo Glonass e norte-americano GPS.

A RNT detém 51% do capital estatutário da nova empresa, Gisline Rastreamento Ltda, e os outros 49% pertencem a investidores privados russos. Além das vendas, ambas as companhias pretendem instalar uma produção de equipamentos no Brasil.

O momento escolhido para entrar no mercado brasileiro não foi por acaso: no primeiro semestre de 2011 o país ocupou o quinto lugar nas vendas mundiais de automóveis e, no início de 2012, entrou em vigor uma lei que obriga as montadoras a implantar sistemas de rastreamento via satélite em todos os veículos novos.

“O Brasil proporciona hoje as condições mais favoráveis ​​a nossos produtos na área de monitoramento de veículos; é a sexta economia do mundo e continua em ascensão”, diz Ivan Necháev, diretor-geral da RNT.

Segundo um levantamento realizado pela RNT, 65% do mercado brasileiro é controlado por 15 empresas e os russos esperam dominar pelo menos 25% dos negócios até 2017, lucrando cerca de US$ 300 mil.

A princípio os terminais serão produzidos na Rússia, mas a RNT não descarta a hipótese de implantar sua produção no Brasil.

A sucursal paulista precisa agora obter o certificado junto à ANATEL, além de outras permissões necessárias para operar no mercado brasileiro e contratar pessoal, já que pretende ampliar o quadro de funcionários.

 

Fonte: Gazeta Russa

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